domingo, 1 de janeiro de 2017

E a luz apagou

O blog será desativado, depois de quase cinco anos, mas os posts serão mantidos no blog Textos Andarilhos, que possui outras postagens.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Maximus Covers

Há uma semana, aconteceu em São Paulo a primeira edição do Maximus Festival, dedicado a bandas do rock mais pesado (heavy metal, metal industrial, entre outros).
Muitas das bandas que subiram aos dois palcos principais montados no Autódromo de Interlagos estavam em território brasileiro pela primeira vez (como Shinedown, Black Stone Cherry, Hollywood Undead), o que mostra a importância de um evento desse porte para trazer bandas que talvez nunca tivessem a oportunidade de vir ao país e de seus fãs de vê-los pelo menos uma vez na vida.
Nas mais de 10 horas de música nos três palcos, pudemos ver um desfile de canções de álbuns recentes, de hits, de guitarras cheias de distorções e um ou outro cover que levantava o público.
Apesar de aparecerem em pouco número, as novas versões de canções antigas, que já fazem parte do set-list das bandas aqui listadas, receberam o coro da plateia e aumentaram a qualidade de seus shows.

1 - Disturbed, Sound of Silence: a banda até gravou oficialmente essa canção, lançada no álbum mais recente "Immortalized", e recebeu elogios até mesmo de Paul Simon (compositor da canção) após uma apresentação no programa da TV americana Conan. Ela se tornou quase indispensável nos shows e não seria diferente na apresentação feita no Maximus, fazendo o vocalista, David Draiman, pedir para o público ligar a lanterna dos celulares e acompanhá-lo.


2 - Rammstein, Stripped: também com versão de estúdio (lançada em um single em 1998), e não apenas um cover cantado apenas uma vez em uma apresentação, a canção do Depeche Mode ganhou um ar mais soturno e industrial, tornando-se completamente diferente do original (posso dizer que ficou mais interessante, apesar de gostar também de Depeche).


3 - Marilyn Manson, Sweet Dreams: uma das últimas do set-list do cantor Marilyn Manson, a canção foi a mais cantada pelo público que esperada do outro lado da cerca que separada os dois palcos, público este que esperava a banda alemã Rammstein entrar no palco e encerrar um dia tão especial. Imortalizada pelo Eurythmics na era Synthpop, ela adquiriu um ar nebuloso e introspectivo que só o cantor conseguiria dar, não é a toa que é um de seus principais hits.


4 - Disturbed, Baba O'Riley: uma canção que lembra Journey ou alguma outra banda dos anos 1980, mas que entrega o The Who nas primeiras frases. Apesar da confusão, a versão do Disturbed juntamente com a já citada Sound of Silence, Killing the Name (do Rage Against the Machine) e I Still Haven't Found What I'm Looking For (do U2), faz parte do trecho do show da banda em que eles cantam covers atrás de covers. E essa dá à apresentação e ao trecho a leveza necessária (e descanso para que todos pulem com Killing the Name).


5 - Black Stone Cherry, Ace of Spades: a canção encerrou o show da banda no 07 de setembro, dando à apresentação um tom de homenagem a Lemmy, fundador do Motörhead, que faleceu em dezembro de 2015. A apresentação foi simples, mas elevou ainda mais o show da ótima banda americana.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Para os dias da semana

A segunda-feira, eterna vilã humana, é uma mistura de tristeza e alegria, já que, como primeiro quadrado da Amarelinha, inicia um caminho que leva ao céu, se o jogador conseguir manter-se firme e persistente.
Já a terça-feira é como um adolescente saindo do Ensino Médio que não sabe o que quer ser, se é o começo ou o meio, passando, muitas vezes, despercebida, melancólica e cabisbaixa.
A quarta-feira já cresceu, conhece seus gostos, sabe o que a espera no fim da jornada (geralmente partidas de futebol que adentram o amanhã) e sabe qual é sua função: diminuir o número de dedos usados para contar os dias para o fim de semana.
Quando a quinta-feira aparece, o que era cinza ganhou luz, o que era sem vida ressuscitou, o que era lento agitou-se como a água que está fervendo desde segunda-feira. Porém, a felicidade só é plena quando o expediente acaba e pós-punk torna-se new wave.
A sexta-feira é como o filme "Como se fosse à primeira vez", você se apaixona por ela toda vez que a vê e esse amor continua no sábado, durante o dia e a noite, mas acaba assim que começa o domingo, junto com uma garrafa de bebida. O que fica, no fim de mais uma semana, é a dor de cabeça, a boca seca e o desejo de que a segunda-feira não venha tão cedo.
Para ilustrar, seguem as canções destinadas a cada dia da semana.

1 - Blue Monday, New Order: após a morte de Ian Curtis, os integrantes do Joy Division decidiram formar uma nova banda. Ela seria uma das representantes da chamada New Wave, composta por bandas que mais voltadas para a Disco Music ou mais melancólicas, sombrias. O New Order é uma junção dos dois, pois, ao mesmo tempo que balança os esqueletos em pistas de dança, mostra letras mais tristes, como essa, que mostra a infelicidade de uma pessoa por causa de outra. Perfeita para uma segunda-feira.


2 - Ruby Tuesday, The Rolling Stones; e Tuesday's Gone, Lynyrd Skynyrd: difícil escolher apenas um quando estão no pareo os Rolling Stones e Lynyrd Skynyrd. Por isso, como toda terça-feira é generosa e quer ser alguém, ela merece ter duas canções lindas representando-a. A primeira é da maior banda de todos os tempos e é dedicada à Ruby, que podia ser a namorada do Keith na época ou uma groupie. E a segunda é da grande representante do Southern Rock, que canta um amor indo embora assim como a terça-feira.

Ruby Tuesday

Tuesday's Gone

3 - Wednesday Morning 3AM, Simon e Garfunkel: o meio da semana merece uma grande história cantada pelas suas vozes lindas e suaves. O eu-lírico conta que está no meio da noite vendo sua amada dormir, mas sabe que tem de ir embora porque cometeu um crime, roubou uma loja de bebidas e conseguiu 25 dólares e prata. O conteúdo pesado é cantado com uma sutileza, o que dá aquela tristeza, que logo vai embora, pois a semana está chegando ao fim.


4 - Thursday's Child, David Bowie: a voz do imortal de David Bowie anima a quinta-feira daqueles que ainda não se deram conta de que a melhor parte de suas vida está chegando. É isso que conta a canção. Com lindos vocais, a lenta canção é esperançosa e faz parte do álbum de 1999 chamado Hours.



5 - Friday I'm in Love, The Cure: é claro que, para representar bem o que significa a sexta-feira, a canção escolhida foi a clichê, fofinha e conhecidíssima Friday, I'm in love, do The Cure. Ela passa por todos os dias da semana, como faz essa lista, para dizer que sexta-feira é o melhor dia da semana. A segunda pode ser triste, a terça e a quarta cinzas, a quinta não ter importância, o sábado pode esperar e o domingo, chegar muito tarde, porque na sexta-feira, todos estarão apaixonados.


6 - Saturday Night's Alright, Elton John: essa é a representação perfeita de um sábado à noite (para as vidas mais socialmente agitadas). O sábado à noite é boa para lutar, para ter um pouco de ação e dançar, como canta Elton John. Então, coloque o seu sapato mais confortável e saia pra lutar, ou afaste o sofá e comemore seu sábado à noite.


7 - Sunday, Bloody Sunday, U2; e Sunday Morning, The Bolshoi: o domingo é tão cheio de recordações boas e ruins que precisa de duas canções para descrevê-lo. A primeira é o clássico do U2, Sunday, Bloody Sunday, que conta a história do evento chamado Domingo Sangrento, quando tropas britânicas reprimiram ativistas lutando por direitos civis em Derry, na Irlanda do Norte. A segunda é a Sunday Morning, cantada pelo The Bolshoi, que expressa o que muitas pessoas sentem após dançarem junto com o Elton John sábado à noite, principalmente ao dizerem "eu nunca mais vou fazer isso". É a canção-símbolo da manhã de domingo de alguns.

Sunday, Bloody Sunday

Sunday Morning

terça-feira, 19 de abril de 2016

A graça de Rachel McAdams

Quem olha para a canadense nascida em 1978, sempre verá a vilã de "Meninas Malvadas" (as mais nostálgicas) ou mulher forte de "True Detective" e de "Spotlight" (os mais exigentes), mas o que realmente Rachel McAdams é, além de boa atriz e linda, nesses cinco seguintes papéis é o par perfeito, que não se importa com as ausências do marido (e olha que teve dois que viajavam no tempo), com sua própria falta de memória e ainda encontra tempo para fazer certos apresentadores de TV regenerarem-se.
São apresentados, assim, cinco filmes nos quais ela é a típica personagem de comédias românticas americanas.

1 - Questão de Tempo: o mais fofo de todos os listados, o filme inglês é estrelado pelo ruivo Domhnall Gleeson (que fez parte da família Weasley em Harry Potter), que descobre, aos 21 anos, que pode viajar no tempo e voltar a momentos importantes de sua própria história, podendo, até mesmo, alterá-los. É com ajuda dessa habilidade que ele conquista sua esposa, cujo o papel é interpretado por Rachel. O filme vale pelos incríveis atores e pelo sútil humor.


2 - Diário de uma Paixão: dirigido por Nick Cassavetes, filho do pai do cinema independente americano John Cassavetes, o filme passa longe das propostas paternas e conta uma história de amor escrita por Nicholas Sparks. A sua origem não é das melhores, mas ele resulta em um filme amável centrado na simpatia e excelência dos dois atores centrais: Rachel e Ryan Gosling. Eles mostram que o amor pode durar até a morte.


3 - Te Amarei para Sempre: mais um viajante no tempo para conta da Rachel. Coube a Eric Bana interpretar o papel de Henry, homem que viaja no tempo, porém sempre volta para encontrar Clare, fosse ela apenas uma menina ou uma mulher já formada. O casal e o final inesperado (em certa forma) são os grandes alicerces do filme.


4 - Para Sempre: o casal dessa vez é Rachel com Channing Tatum. Neste filme, Page sofre um acidente e, após o dano, não consegue se lembrar do marido, Leo. O papel dele reconquistar novamente a mulher que ele tão ama. A atriz é quem dá a graça e beleza ao filme.


5 - Uma Manhã Gloriosa: por fim, chegamos a este. O centro do filme não é o romance que ela tem com Patrick Wilson, mas sim a capacidade que ela possui como produtora de TV e de poder corrigir os egos dos dois apresentadores principais do programa de coordenada, interpretados por Harrison Ford e Diane Keaton. Filme engraçadinho para aqueles que buscam um entretenimento de vez em quando.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Escolhas do ano: livros

Nos últimos anos, os livros mais vendidos também são os primeiros a aparecerem nas telonas. De forma perfeita (como o último Jogos Vorazes) ou desastrosa (a trilogia de O Hobbit está aí como prova), as adaptações podem até contar bem uma história, mas se o objetivo for se apaixonar por ela, é necessário lê-la, até nas entrelinhas. Por isso, são listados os livros mais legais que passaram pelos meus olhos esse ano.

Livros

1 - Metallica "All That Matters": a biografia escrita pelo Paul Stenning conta a história da maior banda de heavy/thrash metal do mundo, em número de cópias vendidas, desde a infância de seus integrantes até o significado das letras de suas canções. De forma cronológica, com depoimentos dos integrantes, familiares e amigos, a biografia dá um parâmetro de como a banda conquistou todo o sucesso.


2 - Sejamos Todos Feministas: o discurso de Chimamanda Ngozi Adichie em uma palestra foi transformado nesse livro, no qual ela conta um pouco do preconceito que sofria no seu país natal, Nigéria, e qual deveria ser a atitude do mundo que quer ir rumo à igualdade de sexos e de oportunidades.


3 - Maus: o escritor e ilustrador Art Spiegelman ouviu por anos a história de seu pai, judeu polonês que vivenciou a Segunda Guerra Mundial e foi para o campo de extermínio de Auschwitz, e resolveu transformá-la em uma história em quadrinho. Seu diferencial é representar os judeus poloneses como ratos e os alemães como gatos, além de poloneses não judeus como porcos, entre outros. Não foi a toa que ganhou um Pulitzer.


4 - A Menina que Contava Filmes: o deserto do Atacama é o cenário de fundo dessa história, cuja a personagem principal é Maria Margarita, única menina de cinco irmãos e foi escolhida pelo pai para ir ao cinema só para contar a história para todos em casa, já que não era possível levar todos da família. Contudo, o felizes para sempre é tão irreal quanto um faroeste, e isso é mostrado no livro narrado em primeira pessoa e escrito por Hernán Rivera Letelier.


5 - Funny Girl: o último livro do conhecido escritor Nick Hornby, de Alta Fidelidade, Febre de Bola e Um Grande Garoto, retrata Barbara, que deseja ser mais que um rostinho bonito em sua cidade, Blackpool, onde vence um concurso de beleza, e parte para Londres com sonho de se tornar uma estrela de TV como Lucille Ball, protagonista de I Love Lucy. Muda seu nome para Sophie, ganha sua própria série de humor e se torna conhecida em todo país. Tudo isso é contado pela pena leve e bem humorada de Hornby.

Escolhas do ano: shows

A banda que mais levou pessoas a seus shows foi o AC/DC. A grande banda australiana que lançou o álbum Rock or Bust em 2014, mais vendido em 2015 na categoria hard rock, fez a turnê que vendeu mais ingressos, mas não nenhum deles no Brasil (algo que pode acontecer no próximo ano). Contudo, não faltou shows para os amantes do bom e velho rock'n roll e de outros ritmos. São eleitos os principais shows desse ano.

Shows

1 - Foo Fighters: a banda passou pelo Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e São Paulo levando as canções do último álbum Sonic Highways. Com energia e simpatia sem fim, Dave Grohl (que foi um dia, se é que alguém lembra, o baterista do Nirvana) comandou a festa que durou mais de 2 horas com músicas consagradas e novas, além de covers. Para que esteve em um deles, como eu, foi inesquecível.


2 - Metallica: outro show aguardado por fãs aficionados foi o terceiro show em anos seguidos no festival dessa grande banda. Apesar de não ter nenhuma música nova, a força de seus sucessos preenchem quase 2 horas de show, com pequenas paradas para solos de Kirk, Lars e Robert, para arrumar as falhas no som e para James conversar com a plateia e distribuir sorrisos. No fim, a promessa de lançamento de um novo álbum e retorno ao país só aumentou o fascínio por tudo que essa banda representa.


3 - System of a Down: outra banda que tocou no Rock in Rio sem um novo sucesso para chamar de seu foi o System of a Down. Sem lançar discos desde 2006, a banda apresentou-se também em São Paulo com um setlist para fã nenhum colocar defeito. Com canções de todos seus CDs, além de Temper, um b-side, o show foi comandado pelo guitarrista e cantor Daron Malakian, com pouca participação de Serj Tankian. No entanto, sua falta de carisma é compensada pela voz incrível que vai do gutural ao falsete em segundos.


4 - Slipknot: se quiser um espetáculo, é só ver o show do Slipknot. Com duas percussões, bateria, DJ, teclado, guitarras, baixo e um vocal incrível de Corey Taylor, a banda oferece uma noite inesquecível, esteja você assistindo pela TV ou ao vivo. O show no Rock in Rio (pela segunda vez no festival) e em São Paulo provam isso.


5 - Ivete Sangalo e Criolo cantam Tim Maia: por fim, menciono um grande show de artistas brasileiros. A marca Nivea promoveu um show de resgate das músicas do grande Tim Maia cantadas por Ivete Sangalo e Criolo. A apresentação foi feita em São Paulo e Rio, entre outros lugares, fazendo com que todos rememorarem grandes sucessos como Não Quero Dinheiro, Gostava Tanto de Você , Você, Azul da Cor do Mar, Sossego, Do Leme ao Pontal e Eu e Você, Você e Eu, deixando a memória do artista mais vida que nunca.

Escolhas do ano: filmes

Com novos filmes de super-heróis (Os Vingadores - A Era de Ultron, Homem Formiga e Quarteto Fantástico), melhores indicados ao Oscar dos últimos anos (O Grande Hotel Budapeste, Boyhood, Selma, Sniper Americano e outros) e filmes de ação com as maiores bilheterias (Velozes e Furiosos 7, Jurassic World e Mad Max), 2015 ficará marcado como um ano em que o cinema se recuperou da crise criativa e de bilheteria, com direito a novo filme da Pixar e filme brasileiro premiado em festivais internacionais. São listados abaixo os filmes que se destacaram esse ano.

Filmes

1 - Whiplash: um dos primeiros filmes lançados esse ano no país é também o mais intrigante deles. Com direção e roteiro de Damien Chazelle, o filme é protagonizado por Miles Teller, que interpreta Andrew, estudante e aspirante a baterista que deseja ser escolhido para a banda da universidade, porém precisa passar pela aprovação do professor carrasco feito por J. K. Simmons. O filme segue no ritmo frenético do jazz, que compõe a trilha sonora, mostrando a busca pela perfeição e como isso afeta a cabeça de Andrew. O final arrebatador só o confirma como melhor filme do ano.


2 - Birdman: o grande vencedor do Oscar desse ano, com os prêmios de melhor filme, diretor e roteiro original, foi essa obra prima escrita e dirigida pelo mexicano Alejandro González Iñárritu que mostra a decadência de um ator que fez muito sucesso como o super-herói que dá nome ao filme, mas nos dias atuais tem de lidar com o fantasma do seu passado. Entre as incríveis atuações que o filme nos proporciona, estão as de Emma Stone, Edward Norton e Michael Keaton, cuja carreira parece ter inspirado o roteiro. Trilha sonora e o falso plano sequência dão ao filme a quase perfeição.


3 - Star Wars - O Despertar da Força: mesmo para quem não é fã nem faz parte do Conselho Jedi conhece a história dessa franquia que mudou a história do cinema, tornando-se o primeiro filme a usar efeitos especiais tão avançados para a época e criando os chamados blockbusters. O retorno de uma nova trilogia foi em grande estilo, com a direção de J. J. Abrams e elenco composto por Harrison Ford e Carrie Ficher dos velhos tempos, além dos novatos Daisy Ridley e John Boyega.


4 - Que Horas ela Volta?: o grande filme brasileiro do ano, selecionado no Festival de Berlim e com premiação em Sundance, é dirigido e escrito por Anna Muylaert. Sua história gira em torno de Val, uma empregada doméstica que é tratada como "se fosse da família". O cenário muda quando sua filha que vivia no nordeste chega em São Paulo e começa a questionar a forma como a mãe é tratada pelos patrões. Com uma sensibilidade e força notáveis, o roteiro mexe na ferida do preconceito e diferença de classes ao mesmo tempo que apresenta grandes atuações de Regina Casé e Camila Márdila.


5 - Divertida Mente: o primeiro filme criativo de verdade da Pixar desde Toy Story 3 é uma obra prima, cheia de sensibilidade e com roteiro extremamente elaborado. Para crianças e adultos se emocionarem (em especial, na parte do amigo imaginário), o filme é aposta garantida nos balões do Oscar.